quinta-feira, 26 de setembro de 2013

RACISMO NO BRASIL

http://pt.wikipedia.org/wiki/Racismo_no_Brasil



O racismo no Brasil tem sido um grande problema desde a era colonial e escravocrata imposta pelos colonizadores portugueses. Uma pesquisa publicada em 2011, indica que 63,7% dos brasileiros consideram que a raça interfere na qualidade de vida dos cidadãos. Para a maioria dos 15 mil entrevistados, a diferença entre a vida dos brancos e de não-brancos é evidente no trabalho (71%), em questões relacionadas à justiça e à polícia (68,3%) e em relações sociais (65%). O termo apartheid social tem sido utilizado para descrever diversos aspectos da desigualdade econômica, entre outros no Brasil, traçando um paralelo com a separação de brancos e negros na sociedade sul-africana, sob o regime do apartheid.1
O resultado da pesquisa, elaborada em 2008, não é exatamente uma surpresa em um país onde, apesar de ser apenas metade da população brasileira, os negros elegeram pouco mais do que 8% dos 513 representantes escolhidos na última eleição. Além disso, o salário de um homem branco no Brasil é, em média, 46% superior em relação ao de um homem negro, o que também pode ser explicado pela diferença de educação entre esses dois grupos.2
Daqueles que ganham menos de um salário mínimo, 63% são negros e 34% são brancos. Dos brasileiros mais ricos, 11% são negros e 85% são brancos. Em uma pesquisa realizada em 2000, 93% dos entrevistados reconheceram que existe preconceito racial no Brasil, mas 87% dos entrevistados afirmaram que mesmo assim nunca sentiram tal discriminação. Isto indica que os brasileiros reconhecem que há desigualdade racial, mas o preconceito não é uma questão atual, mas algo remanescente da escravidão. De acordo com Ivanir dos Santos (ex-especialista do Ministério da Justiça para assuntos raciais), "há uma hierarquia de cor da pele onde os negros parecem saber seu lugar."3 Para a advogada Margarida Pressburger, membro do Subcomitê de Prevenção da Tortura da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ainda é "um país racista e homofóbico."4




RACISMO NO EUA



O racismo é a tendência do pensamento, ou o modo de pensar, em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas e superiores umas às outras, normalmente relacionando características físicas hereditárias a determinados traços de caráter e inteligência ou manifestações culturais. O racismo não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas que valorizam as diferenças biológicas entre os seres humanos, atribuindo superioridade a alguns de acordo com a matriz racial.


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Grupo e RA:


Adriana Costa da Silva RA: 2107196619 
             Heloisa Oliveira de Carvalho RA: 2107182555
             Maria Isabel de Lima Luca RA: 2546452311
             Rosália Maria da Silva RA: 2115204681 

Racismo na Europa




 
 
 
Infelizmente ainda temos esta problemática no mundo.
Racismo está encoberto nas palavras, piadas e nas maneiras de nos tratarem .

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Abordagens: diferencialista, intercultural e assimilacionista

                                        

Numa perspectiva assimilacionista das relações entre culturas, diz-se que um determinado grupo cultural minoritário é assimilado, quando se torna semelhante ao grupo cultural dominante. Através de um processo de "deculturação" os membros pertencentes à cultura minoritária esquecem os traços da sua cultura de origem e, simultaneamente, adquirem os da cultura dominante.
 
               
 
                                                                 Diferencialista

Esta abordagem parte da afirmação de que temos que reconhecer as diferenças e assumi-las.Porém, todos que têm as mesmas diferenças culturais  são inseridos em um mesmo grupo, que coexistem em um mesmo espaço mas,não interagem com outros grupos é como dizemos ''cada um no seu quadrado''.Dado que cada grupo retém substancialmente a sua identidade cultural original e se desenvolve paralelamente com as restantes culturas é também designada de acomodação paralela. Este tipo de ajustamento é ilustrado, por exemplo, com o caso de um país que adapta em  suas escolas duas línguas de instrução, sendo cada uma delas a língua materna de um segmento significativo da população, sem que nenhuma das línguas ou dos grupos étnicos seja dominante.










 

 
Intercultural


Numa perspectiva de mestiçagem cultural, prevalece a representação o de que as culturas em contato acabam por se misturar para atingirem uma síntese nova em que aparecem traços culturais inéditos, pode se  falar de integração quando as duas culturas se fundem e formam uma nova cultura, que combina as características de ambas.